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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Curso de Arte nas férias


Ola!

A APAR - Associação dos Professores de Arte e o portal Mestre Virtual oferecem neste mês de JANEIRO o curso
ARTE NA SALA DE AULA - GRANDES MESTRES DA PINTURA.
O curso é totalmente pela internet, com o certificado de 80 horas.

O curso tem como professoras tutoras Elisa Carvalho e Wanice Facure.
Objetivos: Conhecer sobre a vida e a obra de grandes mestres da pintura; Conhecer e aplicar os conhecimentos em sala de aula; Troca de experiências sobre o ensino de ARTE.
Programa: Programação: 1. Ambientação; 2. Leonardo Da Vinci; 3. Caravaggio; 4. Claude Monet; 5. Van Gogh; 6. Paul Cezanne; 7. Henri Matisse; 8. Pablo Picasso; 9. Piet Mondrian; 10. Rene Magrite; 11. Salvador Dali; 12. Frida Kahlo; 13. Jackson Pollock; 14. Andy Warhol.

O custo é de R$ 80,00 reais pagos em uma única parcela.
Após o pagamento o início é imediato. Aproveite as férias para atualizar seus conhecimentos sobre arte e educação.

Veja mais detalhes do curso, matriculas e programa em
www.mestrevirtual.com.br

Ou escreva-nos
professoresdearte@hotmail.com

Elisa Carvalho

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Curso de Arte para educadores


Começou hoje o curso ARTE NA SALA DE AULA - turma 2.
O curso é oferecido totalmente pela internet e tem o inicio imediato, ou seja a qualquer tempo o aluno poderá fazer sua matrícula.
Este primeiro módulo é sobre grandes mestres da pintura.
Divulgue. Faça o curso conosco.
Acesse
www.mestrevirtual.com.br para saber mais.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Blog sobre a Lei


BLOG sobre a LEI com muitas idéias...

http://fazervaleralei.blogspot.com/2010/10/2-seminario-de-cultura-afro-brasileira.html

Vamos ler sobre a LEI sobre a cultura AFRO e INDIGENA

Ola alunas/o

Tem um texto interessante sobre a Lei 11645
Acessem:

http://www.aldeiaguaranisapukai.org.br/lei_11645.pdf

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Teatro - PCN - parte 1





Teatro - PCN - pare 2






Teatro - PCN

Teatro - PCN - parte 3





Teatro imagens da apresentação

Musica

texto

Musica

Video sobre musica http://www.youtube.com/watch?v=-7XoQuc9nlg&feature=related

TEATRO - parte final






TEATRO

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

PCN Artes

Ola alunas/o
Este mês estaremos estudando o PCN de Artes.
O Site que disponibiliza PCN de Artes é este:
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro06.pdf
Acessem.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

TENDENCIAS PEDAGOGICAS

Ola pessoal

O Texto "TENDENCIAS PEDAGÓGICAS NA EDUCAÇÃO EM ARTE" de Maria Heloísa Ferraz e Maria F. de Resendi e Fusari do livro "Metodologia do Ensino de Arte" esta dividido em partes. Voces podem acessar o conteúdo clicando no marcador tendencias pedagogicas.
Boa leitura!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Um pouco sobre COR

Este texto é um resumo do livro
O fantástico mundo das Cores

A natureza da cor


Uma cor não existe apenas por si própria. É um efeito produzido pela reunião de três elementos :
• a existência de um objeto,
• uma iluminação suficiente,
• olhos para ver e um cérebro para interpretar.

Os três elementos necessários para que a cor exista e seja vista são variáveis. Uma cor é o efeito de uma reação provocada pela associação destes três elementos variáveis.
O prisma de vidro decompõe a luz. Isto significa que reflete vários tons diferentes quando é atravessado por um raio de luz. A luz solar é composta por uma infinidade de tons luminosos entre os quais os olhos humanos apenas conseguem distinguir cerca de 700 diferentes. Reagrupamo-los em sete cores : vermelho, cor de laranja, amarelo, verde, azul, anil, violeta. Mas também poderíamos te-los reagrupado em três cores principais : azul, amarelo e vermelho.
Se utilizarmos, para decompor a luz, um prisma de sal-gema em vez de um prisma de vidro, constataremos que a temperatura continua a subir ao afastar-se do espectro visível, a seguir ao vermelho. Estas radiações caloríficas chamam-se infravermelhos. A seguir ao violeta, temos radiações ultravioletas.
O físico Isaac Newton, ao decompor um raio solar com a ajuda de um prisma transparente, provou que a luz solar era composta por uma mistura de radiações coloridas com comprimentos de ondas diferentes. Considerou sete cores diferentes que se seguiam numa ordem invariável: violeta, anil, azul, verde, amarelo, laranja, vermelho. Newton defendeu sobretudo a idéia de que o branco, longe de ser uma ausência de cor, era o conjunto de todas as cores. Propôs também um princípio que ainda hoje é essencial : “a qualquer cor corresponde sempre a sua complementar, a mistura destas duas cores dá branco ( ou cinzento )”.

O poder das cores

As cores que os olhos vêem claras são aquelas cujas ondas luminosas são quase inteiramente refletidas pelos objetos. Um objeto preto é aquele que absorve quase todas as ondas luminosas, e um objeto branco ou claro é aquele que as reflete. O branco reflete cerca de 75% da luz, e deixa penetrar menos as radiações. Um branco perfeito refletiria 100%, não existe. Um preto absoluto refletiria 0% de luz, mas não é alcançado.
À medida que o fator de reflexão baixa, as cores escurecem. De 75% a 60%, passamos do branco ao creme ou do amarelo claro ao amarelo pálido. A 30%, chegamos ao azul. A 15%, vemos vermelho e castanho.
A luz tem um efeito purificador. Os pepinos cultivados sob uma cor vermelha têm um crescimento mais rápido, o azul aumenta o teor em vitamina C nas folhas, os raios coloridos exercem uma ação sobre o desenvolvimento dos perfumes, etc. Em relação ao reino animal, consta que o azul facilita o crescimento dos girinos. A eclosão dos ovos de peixe acontece num prazo que depende da cor da luz. Coelhos, ratos e porquinhos da índia são animais com sangue quente que vivem na terra, as cores exercem sobre eles um efeito exatamente inverso aos dos animais aquáticos. O vermelho acelera o crescimento enquanto o azul e o verde o perturbam. As moscas não gostam de azul.
Uma sala com cores quentes, o amarelo e o vermelho, precisa de menos aquecimento do que uma sala onde dominam o azul e o verde, cores que refrescam efetivamente.

Complementaridade e dualidade

Duas cores cuja união produz branco são chamadas complementares. Neutralizam-se, tal como a eletricidade positiva serve de equilíbrio à eletricidade negativa. A cor associa a vida a esse dualismo das forças. Observe com insistência uma cor e depois feche os olhos. Terá a sensação de uma cor diferente da primeira. Essa cor é complementar daquela que impressionou a retina. Qualquer ação arrasta uma reação. O espírito humano constrói a sua visão do mundo a partir de uma classificação em duas partes : as trevas e a luz, o mal e o bem, o masculino e o feminino. No entanto, uma reflexão mais aprofundada conduz-nos à descoberta de que há, em cada um destes elementos, uma parte do elemento oposto ou complementar.
A estrutura dualidade- complementaridade ensina-nos que o equilíbrio e a harmonia obtêm-se quando associamos elementos diferentes.
As não cores: o preto e o branco
O preto é a ausência da cor. O branco em contrapartida, pode ser considerado como a síntese de todas as cores. O preto e o branco, são a oposição absoluta. Associa-los em proporções iguais é dividir o espaço em dois elementos contrários e complementares: trevas e luz, negação e afirmação, nada e tudo, a morte e a vida..
O preto é a cor da cinza do carvão, resíduo da combustão de substâncias vivas. O metal que lhe corresponde é o chumbo.
No lado oposto, o branco, síntese das cores, simboliza a própria luz.
O preto, fim da matéria, fim dos tempos é também o início.
O branco, luz absoluta, sugere também a ausência de vida. Os altos cumes gelados e desertos pertencem também ao reino da morte. Os termos que, na linguagem corrente, evocam a cor branca, traduzem uma ameaça de morte: palidez, lividez. Por estas razões, o branco, também é sinal de luto.
Os efeitos psicológicos do branco e do preto fortalecem-se e anulam-se, porque cada um deles é o outro e o contrário do outro. O preto — branco não é apenas o preto mais o branco, mas uma identidade nova que sugere a idéia de divisão, de dualidade, de separação e de complementaridade.



As cores primárias

O vermelho, o amarelo, o azul, cores primárias. Estas três cores têm o nome de “primárias”, porque não podem obter-se através da mistura de outras cores. Assim, o azul e o amarelo produzem o verde; o vermelho e o amarelo, o cor-de-laranja; o vermelho e o azul, o violeta, etc. Existe um número ilimitado de tons, tal como existe um número ilimitado de possibilidades de associação das três cores primárias.
O vermelho é a cor do fogo e do sangue, que evocam a combustão, a mudança de estado, a vida. O fogo é animado e vertical, qualidades que sugerem idéias de esforço e de atividade. O fogo não é forçosamente vermelho e quanto mais uma chama é quente, menos vermelha é. São os raios vermelhos e infravermelhos que proporcionam a sensação de calor.
O fogo é um agente de transformação. O ferreiro manipula-o para amolecer os metais e quando não controlado, possui uma força terrível e destrutiva. Controlado, proporciona-nos numerosos benefícios.
O sangue foi sempre considerado como o veículo da vida e perde-lo é perder a vida. Em contrapartida, uma jovem torna-se apta a ser mãe quando perde sangue. O sangue tal como o fogo, é ambivalente. Manifesta-se no início e no fim da vida.
Sabemos que o coração não produz os sentimentos, mas, estritamente ligado ao sistema vago-simpático, é o ponto onde os sentimentos se repercutem e se amplificam.
A cor vermelha excita-nos. Num ambiente vermelho, as batidas do nosso coração aceleram. A cor vermelha é quente, é afrodisíaca, mas também incita à violência.
O amarelo é a cor do sol e do ouro. O seu caráter luminoso associa-o à inteligência e à sabedoria.
Ouro, luz, palavra, estes três termos confundem-se de bom grado no inconsciente coletivo dos povos. Um “falar de ouro” é uma expressão que sobreviveu à evolução da linguagem e dos costumes. Cor quente, alegre, o amarelo é a cor do sol. O ouro, metal inalterável e inatacável aos ácidos, é a imagem da iluminação e da pureza. Estas qualidades da luz, calor e alegria, estão presentes nos alimentos amarelos: gema de ovo, mel, óleo, trigo, milho, etc.
O amarelo também tem seu aspecto negativo, conforme o uso e as circunstâncias. O ouro metal representa a cobiça. A “febre” do ouro traz a violência, o ódio e a morte. Durante séculos, no Ocidente cristão, os fanáticos impuseram aos judeus o uso de uma marca amarela, a “rodela”, em sinal de infâmia, para os designar à vindicta pública. “Riso amarelo” é uma locução que traduz a contrariedade contida numa manifestação fingida e forçada de satisfação.
A luz demasiado brilhante cega e mata. O amarelo é também a cor do deserto e da seca. É igualmente a cor do enxofre, que é associado a tudo que é diabólico.
O azul é a cor do céu e do ar. A coloração azulada do céu é um efeito da luz do sol que atravessa a atmosfera carregada de partículas. Associado ao céu e ao ar, o azul aumenta as formas e afasta-as.
Imaginação, liberdade, evasão, sonho, tais são os conceitos sugeridos pelo azul. O aspecto negativo desta cor reside na desmedida dos conceitos. Demasiada imaginação conduz ao delírio, o sonho não controlado conduz ao irrealismo.

As cores secundárias

O verde= azul + amarelo
O todo é mais do que a soma das partes. A cor verde justifica esta verdade paradoxal.
O verde é a cor dominante dos vegetais. A clorofila é a substância dos vegetais, graças a ela, o carbono contido na atmosfera integra-se nos tecidos vivos. Para desempenhar esta função essencial da vida, a folha verde utiliza a energia solar, ou seja, os raios vermelhos do espectro solar.
O verde vivo do vegetal capta a energia solar e transforma uma energia inferior com grande comprimento de onda em energia química, de qualidade superior.
O verde é uma cor fria que evoca umidade. O aspecto negativo do verde está associado à putrefação.
Cor-de-laranja = vermelho + amarelo
Esta cor, deve o seu nome a um dos melhores frutos. A sua cor quente e agradável é complementar do azul profundo dos céus meridionais. O cor de laranja equilibra o vermelho e, por isso, possui as suas conotações próprias. É a cor da união, mas em virtude da lei da ambivalência, o cor de laranja é também a cor do adultério, tal como o amarelo.

Violeta, púrpura e jacinto = vermelho + azul
Enquanto o vermelho, cor da vida é “apagado” pelo azul do céu, o violeta torna-se cor de luto. Exprime a espiritualidade, mas com uma tonalidade de melancolia. A pequena flor campestre à qual chamamos violeta, é naturalmente a flor da modéstia.
O púrpura é, tal como o violeta, uma mistura de vermelho e de azul, mas diferencia-se dele porque possui uma parte maior de vermelho. Está associado à fortuna e ao poder, os tecidos pintados de púrpura eram muito caros.
O jacinto é a parte mais bela do azul, exprime o vermelho e apaga-o

livros desdobraveis sobre cultura




Aqui algumas fotos da produção do/as alunas sobre cultura.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

texto Ana Mae

EDUCAÇAO PARA O DESENVOLVIMENTO DE DIFERENTES CODIGOS CULTURAIS
Profª Ana Mae Barbosa*
A Educação poderia ser o mais eficiente caminho para estimular a consciência cultural do indivíduo, começando pelo reconhecimento e apreciação da cultura local. Contudo, a educação formal no Terceiro Mundo Ocidental foi completamente dominada pelos códigos culturais europeus e, mais recentemente, pelo código cultural norte-americano branco A cultura indígena só é tolerada na escola sob a forma de folclore, de curiosidade e esoterismo; sempre como uma cultura de segunda categoria. Em contraste, foi a própria Europa que, na construção do ideal modernista das artes, chamou a atenção para o alto valor das outras culturas do leste e do oeste, por meio da apreciação das gravuras japonesas e das esculturas africanas. Desta forma, os artistas modernos europeus foram os primeiros a criar uma justificação a favor do multiculturalismo, apesar de analisarem a "cultura" dos outros sob seus próprios cânones de valores. Somente no século vinte, os movimentos de descolonização e de liberação criaram a possibilidade política para que os povos que tinham sido dominados reconhecessem sua própria cultura e seus próprios valores.
Leitura cultural, identidade cultural, ecologia cultural
A busca de identidade cultural passou a ser um dos objetivos dos países recém-independentes", cuja cultura tinha sido até então, institucionalmente definida pelos poderes centrais e cuja história foi escrita pelos colonizadores. Contudo, a identidade cultural não é uma forma fixa ou congelada, mas um processo dinâmico, enriquecido através do diálogo e trocas com outras culturas. Neste sentido, a identidade cultural também é um problema para o mundo desenvolvido. Apesar disso, a preocupação com o estímulo cultural através da educação tem sofrido uma diferente abordagem nos mundos industrializados e em vias de desenvolvimento, revelando diversos significados através de diferenças semânticas. Enquanto no Terceiro Mundo falamos sobre a necessidade de busca pela identidade cultural, os países industrializados falam sobre a leitura cultural e ecologia cultural. Assim, no mundo industrializado a questão cultural é centrada no fornecimento de informações globais e superficiais sobre diferentes campos de conhecimento (cultural literacy) e na atenção equilibrada às diversas culturas de cada país (ecologia cultural). No Terceiro Mundo, no entanto, a identidade cultural é o interesse central e significa necessidade de ser capaz de reconhecer a si próprio, ou, finalmente, uma necessidade básica de sobrevivência e de construção de sua própria realidade. Os três termos aos quais nos referimos acima convergem em um ponto comum: a noção de diversidade cultural. Sem a flexibilidade para encarar a diversidade cultural existente em qualquer país não é possível tanto uma identificação cultural como uma leitura cultural global ou, ainda, uma cultura ecológica.


Diversidade cultural:
multiculturalismo, pluriculturalidade e interculturalidade
Aqui, para definir a diversidade cultural, nós temos que navegar novamente através de uma complexa rede de termos. Alguns falam sobre multiculturalismo, outros sobre pluriculturalidade, e temos ainda o termo mais apropriado - Interculturalidade. Enquanto os termos "Multicultural" e "Pluricultural" significam a coexistência e mutuo entendimento de diferentes culturas na mesma sociedade, o termo "Intercultural" significa a interação entre as diferentes culturas. Isto deveria ser o objetivo da educação interessada no desenvolvimento cultural. Para alcançar tal objetivo, é necessário que a educação forneça um conhecimento sobre a cultura local, a cultura de vários grupos que caracterizam a nação e a cultura de outras nações.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

arte e mais arte


imagem disponivel em http://blog.opovo.com.br/educacao/categoria/danca/